Quero chegar a Brasília para ampliar uma missão que nasceu da vida real: combater a violência silenciosa contra a mulher e contra a dignidade humana nas filas da saúde pública. De Ferraz de Vasconcelos para o Alto Tietê, a Zona Leste e todo o Estado de São Paulo, quero representar quem espera por exames, consultas, cirurgias, diagnósticos e tratamentos.
Muitas mulheres sofrem nas filas da saúde pública sem conseguir dar nome à própria dor.
A espera prolongada não machuca só o corpo. Ela abala a mente. Desestrutura famílias. Gera medo. Causa humilhação. Traz prejuízo financeiro. Faz a esperança desaparecer aos poucos.
Fui eu quem identificou e deu nome a essa realidade: existe uma violência silenciosa nas filas da saúde pública contra a mulher e contra a dignidade humana.
Essa violência aparece quando uma mulher sente dor todos os dias e não consegue atendimento. Quando enfrenta medo e sofrimento sem resposta. Quando espera meses ou anos por um exame. Quando uma cirurgia necessária nunca chega. Quando um diagnóstico demora demais. Quando a família precisa gastar o que não tem para buscar ajuda particular. Quando a mulher se sente invisível, humilhada e abandonada pelo sistema.
A violência contra a mulher pode atingir o corpo, a mente, a honra, a dignidade, a vida financeira e a liberdade. Nas filas da saúde pública, muitas mulheres vivem uma soma dessas dores em silêncio.
Vivi essa realidade. Enxerguei essa realidade. Dei nome a essa realidade. E agora quero transformar essa luta em missão nacional.
Saúde e dignidade. Diagnóstico ágil salva vidas.
Esperei 3 anos por uma cirurgia de retirada de mioma, enfrentei e venci o câncer de mama e, hoje, ainda aguardo há mais de 3 anos por uma cirurgia de retirada de pedra na vesícula.
Foi vivendo a dor da espera que entendi uma realidade que muitas mulheres e famílias enfrentam em silêncio. A espera prolongada causa dor, medo, angústia, sofrimento emocional e atinge a família inteira.
Mas não deixei essa dor virar silêncio. Transformei experiência em missão e passei a atuar por meio do voluntariado para minimizar a dor de muitas pessoas que também enfrentam dificuldades na saúde.
Agora, aceitei o desafio de ser candidata a deputada federal para ampliar essa luta, dar voz a quem espera e combater essa violência silenciosa nas filas da saúde pública.
Ferraz de Vasconcelos é a base da minha caminhada. Foi em Ferraz que iniciei meu projeto, acolhi famílias, ouvi mulheres e vivi de perto os problemas da saúde pública do município.
Mas a dor que encontrei em Ferraz também existe em muitos outros lugares. Está em Poá, Suzano, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Guarulhos e em bairros da Zona Leste da capital, como Guaianases, Cidade Tiradentes, Itaim Paulista e São Miguel Paulista.
São mulheres, mães, idosos, trabalhadores e famílias inteiras esperando por exames, consultas, cirurgias, diagnósticos e tratamentos.
Por isso, quero chegar a Brasília para ampliar essa luta e defender uma rede pública de saúde que acolhe, cuida e salva vidas.
A luta começou em Ferraz. Mas a missão é por todo cidadão que sofre nas filas da saúde pública.
Entrar na comunidade no WhatsAppMinha proposta parte de Ferraz de Vasconcelos, porque foi ali que iniciei meu projeto e vivi de perto os problemas da saúde pública. Mas essa proposta não termina em Ferraz. Ela se estende para todos os municípios que enfrentam filas de espera que ferem a dignidade humana. Quero lutar por uma rede pública de saúde mais forte, mais integrada e mais humana, capaz de atender melhor quem precisa de cuidado perto de casa, diagnóstico rápido, especialistas, exames, cirurgias e atendimento digno.
Defendo investimento na saúde perto de casa, com prevenção, acompanhamento e atendimento básico nos bairros. A UBS é a porta de entrada da saúde pública e precisa funcionar bem para que a população seja atendida antes que o problema se agrave.
Ferraz cansou de promessas. Agora é hora de fazer acontecer. Vou lutar para que Ferraz tenha sua primeira UPA e para que municípios com falta de estrutura tenham unidades de urgência capazes de atender melhor a população e reduzir a sobrecarga da rede.
Vou trabalhar para ampliar o acesso a médicos especialistas, exames e diagnósticos, ajudando a encurtar o caminho até o tratamento. Ferraz precisa de uma AME. E muitos municípios de São Paulo também precisam de mais acesso a especialidades.
Ferraz precisa de estrutura própria para consultas especializadas, cirurgias eletivas e atendimento hospitalar planejado. Isso também representa uma visão maior: fortalecer os municípios para que a população não precise depender sempre de outras cidades para receber cuidado.
Vou cobrar, fiscalizar e dialogar com o Governo do Estado, secretarias de saúde, centrais de regulação e órgãos competentes para melhorar o atendimento nos casos que exigem maior estrutura. Quem precisa de atendimento de maior complexidade merece respeito, eficiência e dignidade.
Identifiquei uma violência que muitas mulheres vivem, mas poucas conseguem nomear: a violência silenciosa nas filas da saúde pública contra a mulher e contra a dignidade humana.
Agora, quero levar essa tese para Brasília.
Minha proposta é lutar por uma lei que reconheça essa violência, crie mecanismos de transparência, fortaleça a prioridade para casos graves e obrigue o poder público a olhar com mais responsabilidade para mulheres que esperam por exames, consultas, diagnósticos, cirurgias e tratamentos.
Porque a mulher que espera anos na fila não sofre só com a demora. Sofre dor física. Sofre abalo emocional. Sofre humilhação. Sofre prejuízo financeiro. Sofre medo. Sofre perda da esperança.
E quando o Estado fecha os olhos para essa dor, a dignidade também entra na fila.
Uma proposta para reconhecer, prevenir e combater a violência silenciosa nas filas da saúde pública contra a mulher e contra a dignidade humana.
O projeto completo não está publicado nesta página. Se quiser, posso enviar os detalhes por e-mail.
Participe da comunidade para receber nossa proposta completaAntes de pedir voto, já estava nas ruas, ouvindo pessoas, acolhendo famílias e atuando por meio do voluntariado para minimizar a dor de quem enfrenta dificuldades na saúde.
Cada mulher que atendi. Cada família que acolhi. Cada pessoa que orientei. Cada história de dor que ouvi.
Tudo isso fortaleceu a certeza de que essa luta precisa chegar mais longe.
Minha candidatura não nasce de vaidade. Nasce de missão.
Cada família que já atendi carrega uma fila diferente. Todas esperam pela mesma coisa: uma resposta.
Entrar na comunidade no WhatsAppSou cristã, conservadora e uma liderança de base da direita.
Minha trajetória não nasceu de gabinete. Nasceu nas ruas, nas manifestações, no contato com as famílias e na defesa dos valores que sustentam a nossa sociedade: fé, família, liberdade, responsabilidade e dignidade.
Mas também faço questão de deixar claro: na saúde, a dor não tem partido. Acolho pessoas independentemente de ideologia política, religião, cor da pele, time de futebol ou qualquer diferença que exista entre os brasileiros.
Porque antes de qualquer coisa, sou humana. E minha luta é pela dignidade humana.
Fazer parte dessa lutaPara combater as filas, acelerar diagnósticos e defender atendimento mais digno para quem depende do SUS.
Para proteger as famílias, valorizar as forças de segurança e enfrentar a criminalidade com firmeza.
Para defender uma educação com disciplina, aprendizado real, respeito às famílias, e incentivar o esporte como caminho de saúde, oportunidade e proteção.
Para ajudar o Brasil a voltar ao caminho do crescimento, com controle de gastos, redução de juros, menos impostos, menos burocracia e mais liberdade para quem trabalha e produz.
Para apoiar iniciativas que fortaleçam identidade, comunidade, família e liberdade.
Porque o Brasil precisa cuidar das pessoas, aliviar o peso dos impostos, reduzir a burocracia e voltar ao caminho do progresso.
Foi assim que Jair Messias Bolsonaro resumiu, em rede nacional, o compromisso que uniu milhões de brasileiros. É nesse mesmo lema que eu me reconheço, e é com ele que assumo minha candidatura.
Servir ao próximo antes de servir a si mesmo. É o princípio que orienta cada decisão que eu tomo.
Amar o Brasil é trabalhar para que ele funcione, do posto de saúde do bairro ao Congresso Nacional.
A família é a base da sociedade. Um país só é forte quando protege quem cuida dos seus.
Liberdade para trabalhar, empreender, ir e vir, e para escolher sem ser tutelado pelo Estado.
Minha atuação em Brasília terá como base o plano de governo do candidato a presidente. Leia as propostas na íntegra.
Ver o plano de governo
Se você já esperou meses ou anos por exames, consultas ou cirurgias, ou conhece alguém da sua família que sofreu com essa realidade, essa causa também é sua. Entre na comunidade oficial no WhatsApp e caminhe comigo nessa batalha pela vida, pelas mulheres e pela dignidade humana.
Entrar na comunidade da MiriamSeu contato foi registrado. Entre agora na comunidade oficial e caminhe comigo nessa luta.
Entrar na comunidadePor Ferraz de Vasconcelos, Alto Tietê, Zona Leste, Guarulhos e São Paulo.
Vote 2289. Miriam Melchiori, deputada federal.